Os crimes dos Black Blocs representam a essência do petismo

Gritos, palavras de ordem, discurso de ódio. O foco se dirige a outro grupo, com manifestantes que se dirigem de forma agressiva para a câmera. Bandeiras vermelhas, bandanas, máscaras, toucas ninjas. Um grupo destrói um anúncio luminoso, outros depredam um agencia bancária. Destroem tudo o que está no caminho: patrimônio público e privado. Queimam lixo, constroem barricadas. Enfrentam a Polícia Militar. Com paus, pedras, tacos de beisebol. Pixam o que podem. Alguns alunos que saiam do Mackenzie foram agredidos. A barbárie não se restringiu a São Paulo, outras capitais também registraram demonstrações gratuitas de selvageria. Essa ode à criminalidade tem um propósito: supostamente, os vândalos estão defendendo a democracia.

A ação dos black blocs não causa surpresa para quem acompanhou as jornadas de Junho. Ali estava também a Mídia Ninja, financiada por George Soros. Os black blocs expulsavam os jornalistas das manifestações enquanto a Mídia Ninja transmitia sua narrativa via streaming. Tudo friamente calculado. Todos sabem que para eles, a destruição é método.

Não deixa de ser irônico o fato de que, por anos, formadores de opinião ligados ao Partido dos Trabalhadores tentaram jogar os black blocs para a Direita. Quando Lobão esteve no Roda Viva, o jornalista Alex Solnick (atualmente no Brasil 247), tentou pintar os black blocs como extrema-direita. “Mas por que eles são de direita?”, perguntou Lobão. “Porque eles destroem coisas, e isso não é legal”. Mais canalha, impossível. Tanto nas eleições de 2014 quanto na batalha pelo impeachment, o Mídia Ninja esteve ao lado de Dilma. A mesma Dilma tentou atribuir a ação dos protestos predatórios a direita. “Eles disseram que não ia ter Copa”, disse Dilma ao lado de Pablo Capilé. Cinismo em estado bruto. Quando as manifestações pelo impeachment tomaram grandes proporções, o ator Sérgio Mambertti cobrou que os black blocs defendessem o governo petista. Significa.

Ontem eles mostraram sua lealdade ao plano criminoso de poder, e é natural que o façam. São criminosos legítimos, e agem como tal. Isso deixa claro de que lado está a esquerda, e qual é a essência de suas ideias. Os derrotados no processo do impeachment são criminosos, fascistas e bárbaros. Em resumo: são esquerdistas, seres monstruosos que reúnem essas três “qualidades”. São totalitários, e para validar seus planos de poder eles podem apelar para o crime. E o fazem para institucionalizar a barbárie. E é inegável que os black blocs façam nas ruas o mesmo que o PT fez no Estado brasileiro: vandalismo, sujeira e caos.

Que fique claro: quem está nas ruas praticando crimes não são pobres, negros ou trabalhadores. São pessoas que odeiam pobres, negros e trabalhadores. Via de regra, quem faz parte desses grupos é proveniente da classe média alta. Foram crianças mimadas que cresceram acreditando que o mundo é seu playground. Uma geração acabadinha para o bolivarianismo. Os trabalhadores de verdade são os que ficam parados no transito na volta para casa, atrapalhados por fascitoides inconformados com a democracia. Trabalhadores são os fardados que são mobilizados para enfrentar as hordas. Outros trabalhadores afetados pelos bárbaros da elite são aqueles que terão que limpar a bagunça dos filhotes do marxismo no dia seguinte. Enquanto Marias e Josés limpam a bagunça e reconstroem a cidade, os manifestantes estão dormindo em suas casas burguesas.

Esses militantes representam o pior tipo de marginal político. Eles tentam defender sua agenda causando desconforto nas camadas populares. Sociopatas, esperam com isso oferecer a saída para os problemas que eles próprios causaram. E a saída é a adesão a luta de classes. Não são diferentes dos homens truculentos que violentam suas mulheres, e ao fim dizem: “Fiz isso porque te amo”. Fazem isso por acreditar que trabalhadores só tem mesmo a função de massa de manobra. Acreditam piamente que o propósito dessa gente é servir como instrumento da causa.

Qualquer um que se recuse a chamar as coisas pelo nome, também deve ser tratado como cúmplice. Isso fica para os formadores de opinião, principalmente da imprensa mainstream, que chamam essa apoteose do crime de “manifestação”. Isso não é manifestação política, isso é terrorismo. Manifestações políticas legítimas foram aqueles em que milhões ocuparam as ruas em atos grandiosos, como nos dias 15 de Março de 2015 e de 13 de Março de 2016, ou ainda no ato dos 20 do MASP. Seja em menor ou maior número, quem luta por democracia se comporta de maneira correta. Só reagem com força quando o governo apela para a barbárie, como foi feito na Ucrânia. Do contrário, não há nada que justifique práticas semelhantes aos crimes dos black blocs.

O que se viu nas ruas de São Paulo e nas demais capitais no dia de ontem é a essência do petismo, o socialismo como performance. Por pouco estes protestos não produzem cadáveres. São os que falam que defendem a democracia que estão ameaçando a normalidade democrática. Quem ameaça a democracia não é o impeachment, mas sim a investida de grupos organizados contra a ordem pública. O lugar dessa gente é na cadeia, junto com seus líderes lulopetista.

 

 

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