Arquivo da categoria: A Metrópole

Engole o choro Haddad

Fernando Haddad começou a semana na zuera: logo na segunda, ele agiu em conjunto com blogueiros sujos para armar uma “pegadinha” contra o historiador Marco Antonio Villa. O prefeito Joselito jogou uma agenda falsa no site da prefeitura, sabendo que Villa iria comentar as atividades do prefeito no Jornal da Manhã da Jovem Pan. O ardil foi bem sucedido, e o prefeitão ficou satisfeito ao perceber que seu adversário havia caído em sua trama – ainda que o fato de fazer uma pegadinha em horário de expediente só reforce a tese de que o prefeito é um desocupado. No mesmo dia um temporal se abateu sobre a cidade, e duas pessoas morreram. O prefeito sumiu.

Pouco depois Haddad foi acionado na justiça junto com o Secretário dos Transportes Jilmar Tatto. A denúncia se deu por conta do uso de empresas terceirizadas para afixar cartazes contra o impeachment, conforme flagrante feito por Soraia Ferreti, do Juntos Pelo Brasil. Mesmo diante do fragrante, tanto prefeito quanto secretário negaram com veemência as acusações. Talvez os funcionários da empresa terceirizada sejam golpistas querendo complicar a vida de um prefeito legitimamente eleito.

E não parou por aí: na quinta-feira o promotor do Ministério Público de São Paulo anunciou que iria abrir inquérito contra o prefeito por crime de responsabilidade por conta da pegadinha com Villa. Segundo o 5º promotor de Justiça Nelson Luís Sampaio Andrade, do Patrimônio Público e Social da capital, a atitude do prefeito não estava a altura da dignidade do cargo e fere os princípios de publicidade, transparência, impessoalidade, moralidade e interesse público. Naquele mesmo dia o prefeito havia sido alvo de um inquérito pelo mau uso do dinheiro arrecadado com as multas de transito. A gestão de Haddad inaugurou uma verdadeira indústria da multa para a construção de terminais de ônibus e ciclovias, e quase 70% do total serviu para pagar salários, encargos e tributos da CET (aquela usada de maneira irregular para fazer publicidade em defesa de Dilma Rousseff) quando o dinheiro deve ser usado exclusivamente com segurança e educação no transito – como prevê o Código de Brasileiro de Trânsito. Se ligarmos os pontos, concluímos com facilidade que um dos motivos que justificam a indústria da multa é o aparelhamento partidário da CET, uma vez que a prefeitura teria que arcar com o expediente noturno dos trabalhadores terceirizados. Sim, não é um trabalho que pudesse ser feito de dia. Sim, Haddad honra seu partido ao desviar recursos para o plano criminoso de poder.

Contrariado, Haddad resolveu fazer uso de sua já conhecida truculência: sobre a decisão a respeito das multas, acionou a corregedoria afirmando que o mesmo promotor já havia tomado ações contraditórias a respeito do mesmo tema com relação à atitudes semelhantes do Estado e Prefeitura. Ou seja, o velho jogo petista do “não fomos nós que inventamos a corrupção” ou “os tucanos também fizeram”. Já para o promotor que abriu inquérito para apurar a pegadinha, o aspirante a Sérgio Malandro foi enfático: “Será que o MP não tem mais o que fazer?”

É uma pergunta pertinente sob dois pontos de vista. Se o Ministério Público fizer um pente fino na gestão de Haddad, verá que há vários problemas em sua administração, desde o recebimento de dinheiro de empreiteiras para se eleger até a contratação de uma empresa mais que suspeita para fabricar aquelas caríssimas e controversas ciclofaixas. O MP tem muito trabalho. E é claro, a mesma pergunta cabe ao gestor da maior cidade da América Latina, que não foi eleito para fazer pegadinhas. Que o Ministério Público continue atuando contra quem fez pegadinha nas urnas quando poderia simplesmente se juntar ao comediante Ivo Holanda nas pegadinhas do Silvio Santos. Quanto a Haddad, é melhor engolir o choro. Ele vai precisar dessas lágrimas para chorar por sua fragorosa derrota em outubro.


Colabore com a manutenção do site, doe para O Reacionário

Clique aqui

Anúncios

Ainda sobre o prefeito Joselito

Os temporais de ontem provocaram inúmeros prejuízos e transtornos para a população de São Paulo. Carros com pane elétrica, quedas de mais de 90 árvores, alagamentos, semáforos danificados e duas mortes.  A cidade se mostra mais uma vez despreparada para um evento que acontece desde que o mundo é mundo. Na Avenida Liberdade, onde o prefeito inaugurou a faixa verde de pedestres (uma extensão da calçada pintada com tinta verde no asfalto), por pouco não aconteceram atropelamentos e batidas. Além da faixa verde de pedestres, a Avenida conta com ciclofaixas e com um cruzamento movimentado que vem da Brigadeiro Luís Antonio. No combo infernal, semáforos danificados e ciclistas nervosos discutindo porque queriam que o transito parasse para que eles fizessem sua sacrossanta ronda noturna. São Paulo virou uma filial do inferno.

É mesmo uma pena que o prefeito não possa resolver essas questões, já que está envolvido em coisas mais importantes como pegadinhas em horário de expediente e métodos de intimidação de críticos que fariam até Mussolini corar.


Colabore com a manutenção do site, doe para O Reacionário

Clique aqui

Haddad usa prefeitura para perseguir Fiesp e MBL

O prefeito Fernando Haddad resolveu seguir a maior das tradições petistas, que é utilizar a máquina pública como instrumento partidário. Em uma decisão antidemocrática, resolveu proibir a realização de um show organizado pelo Movimento Brasil Livre no próximo sábado. A atração seria realizada na Avenida Paulista em frente o vão livre do Masp, e funcionária como um evento pré-impeachment. O evento já contava com as presenças confirmadas de Lobão, Criss Paiva, Felipe Hamachi, Léo Lins, Davi Mansour, Rogério Vilela e outros artistas. Mas Haddad resolveu proibir.

Não foi só o MBL que foi alvo da sanha autoritária do pior prefeito da história de São Paulo. O prédio da Fiesp perdeu a autorização para projetar imagens no painel que ocupa sua fachada. O motivo segundo os isentos membros da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana, é de que a Fiesp estava fazendo uso ideológico do espaço, o que segundo eles fere a Lei Cidade Limpa. Tudo por conta das campanhas “Não vou pagar o Pato” e “Impeachment Já”. A Fiesp disse que vai recorrer.

Diga-se de passagem, a própria existência da Lei Cidade Limpa é um absurdo que só poderia ser engendrado por uma mentalidade porca como a do ex-prefeito Gilberto Kassab, atual ministro das Cidades do governo Dilma Rousseff. É essa lei absurda que permite que um comitê formado por gente como os advogados João Vicente Augusto Neves e Marcos Vinícius dos Santos Seixas tomem decisões antidemocráticas e imparciais. O primeiro é coordenador do movimento petista “Comitê Brasileiro em Defesa da Democracia “, e o outro é secretário-geral do Sindicato dos Advogados. Segundo Neves, apoiador convicto do golpe petista e do estelionato eleitoral, usar o painel da Fiesp, pago pela Fiesp e localizado no prédio da Fiesp é algo tão grave quanto a corrupção do partido para qual ele milita. “Não dá para neste momento em que se discute o fim da corrupção que se permita um desrespeito tão escancarado à lei”, declarou o petista.

O que se vê aqui é que os bolcheviques paulistas que militam pelo partido mais odiado do estado resolveram investir contra os cidadãos que se voltam contra o partido mais sujo da história, aquele mesmo que despertou indignação em Paulo Maluf, Fernando Collor e Roberto Jefferson. Resolveram praticar a censura. Para falar a verdade não é de hoje, considerando que ano passado a CET multou os caminhões dos movimentos sociais que protestavam contra o governo no ato do dia 13/12 com a desculpa de que haviam bloqueado a ciclofaixa da Avenida Paulista. Algo que nunca foi feito contra o MST, UNE, CUT, APEOPESP e outros sindicatos golpistas. Nem o truculento Sindicato dos Taxistas de São Paulo foi multado pela prefeitura. Os Black Blocs que marcham na cidade anualmente para pedir que tudo seja bancado pelo contribuinte enquanto depredam patrimônio público e privado por vezes são defendidos pela administração petista, que trabalha em conjunto com o Mídia Ninja e Passe Livre, tentáculos menores do lulopetismo.

No fim das contas, a reclamação acaba se tornando em vão. Não adianta mais dizer que Haddad pagará por isso pois ele sabe que não será reeleito. O povo paulistano também não se comove mais por apreendeu nesses quatro anos que deve sempre esperar o pior desse fascista uspiano. Isso acaba conferindo certa liberdade de ação ao prefeito, que pode governar de maneira arbitraria nos últimos meses que lhe restam. E assim ele segue, vandalizando a cidade e a democracia. O que pode ser dito ao prefeito é que ele não pode impedir o curso da história. O impeachment vai passar queira ele ou não. O processo já foi vitorioso na Comissão Especial, já conta com quase a totalidade dos votos necessários para condenar a presidente na votação do plenário (número que sobe diariamente), e já conta até com maioria simples para ser acolhido no Senado (hoje o senador Romário se somou aos 40 que já apoiavam o afastamento). O ato deste domingo realizado pelo MBL está mantido, e não há mais nada que a turma da mortadela soft possa fazer para impedir. As pessoas irão às ruas do mesmo jeito, assim como foram durante as duas manifestações da história democrática do país. A turma do prefeito que governa apenas para a beautiful people já pode dar adeus aos seus gabinetes e verbas públicas, o povo paulistano não os quer mais. Eles serão jogados na mesma vala comum que os demais lacaios do plano criminoso de poder. A propósito prefeito, em breve o senhor terá que explicar algumas doações recebidas por sua campanha. E não poderá mais impedir o livre exercício da cidadania e liberdade de expressão.

Aproveite bem o tempo que lhe resta.


Colabore com a manutenção do site, doe para O Reacionário

Clique aqui

O que Haddad fez para continuar sendo o pior prefeito do país?

Este texto tem como objetivo avaliar as ações e inações do prefeito Fernando Haddad na cidade de São Paulo no ano de 2016. No ano em que o prefeito tentará a reeleição, o esperado era que a gestão não continuasse sendo tão ruim. Em anos eleitorais os atuais governantes costumam aumentar os gastos públicos como forma populista de ludibriar a população. Vamos ver o que Haddad fez neste ano.

Obras para quem?

A primeira notícia sobre a gestão de Haddad em 2016 é simbólica: O prefeito não cumprirá nem metade das obras prometidas em campanha. O prefeito agiu da mesma maneira que todos os petistas nas últimas eleições; prometeu mundos e fundos, disse que revolucionaria a cidade, dividiu a população (conseguiu até nos separar entre ciclistas e motoristas), e principalmente: cometeu estelionato eleitoral. O prefeito diz que um dos problemas é a falta de dinheiro, só que coincidentemente, ele é do mesmo partido que disse que a situação econômica não seria um problema com a reeleição de Dilma. É válido lembrar que o prefeito também conta com muito mais repasses federais do que outras gestões.

Nem tão inimigo

O Governo Federal costuma tratar o pedido de Impeachment de Dilma Rousseff como uma batalha entre Cunha e PT. Mas será que essa briga é tão forte nos bastidores?

Para Haddad, não é bem assim. O prefeito pediu para o empreito da OAS, Léo Pinheiro (que está condenado a reclusão por 16 anos por crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa) fazer lobby com o presidente da Câmara Eduardo Cunha para aprovar uma medida de interesse de Fernando Haddad. Haddad se encontrou com Léo Pinheiro para ele pedir ao então líder do PMDB a relatoria do projeto de rolagem da dívida do Estado.

Não parece estranho, o empreiteiro preso, cumprir com o que o prefeito Fernando Haddad pediu? Por quais motivos tamanha dedicação de Léo Pinheiro?

Queremos alguns carguinhos

Este ano, o prefeito Fernando Haddad, com a sua popularidade cada vez mais baixa, resolveu propor uma eleição para subprefeitos filiados a partidos. Caso essa medida existisse, o prefeito ao menos conseguiria deixar um ou outro companheiro em alguma subprefeitura, o que dificultaria o trabalho do próximo prefeito. É totalmente desnecessário.

Um prefeito tem que saber ser um bom gestor. E para ser um bom gestor, precisa ser um bom líder e indicar as pessoas certas para os lugares certos. Não parece estranho que um prefeito que indicou petistas derrotados nas eleições para suas secretarias? (Eduardo Suplicy e Alexandre Padilha). O mesmo prefeito que indicou amigos de seu filho para cargos públicos na prefeitura? Haddad parece já saber da sua futura derrota nas urnas em 2016.

Prioridade? Com essa avaliação será difícil

O Partido dos Trabalhadores definiu que a reeleição de Fernando Haddad será a prioridade do partido em 2016 e que isso poderá reerguer o partido. Eles só não contavam que a avaliação do prefeito fosse descer mais ainda, ficando cada vez mais perto da avaliação de Dilma Rousseff.

A avaliação negativa do prefeito subiu de 40% para 56%, a avaliação regular desceu de 45% para 31% e a avaliação positiva desceu de 15% para 13%. Os números na área de Saúde, Segurança e Trânsito, também pioraram segundo os paulistanos.

Na pesquisa feita pelo Vox Populi, apenas 3% consideram a gestão do Prefeito como ótima.

Com essa popularidade, dará para continuar tocando guitarra e desenhando Pato Donalds em público?

Taxas e predação ambiental

No começo do ano, o IPTU subiu quase 10% em alguns locais, porcentagem abaixo da inflação. Até aí parece estar tudo bem. Só que o prefeito Fernando Haddad é o prefeito que mais aumentou a taxa de habitação na história da cidade de São Paulo. Ok, o prefeito dirá que não é culpa dele e que os projetos foram votados na Câmara Municipal. Mas, ele aprovou todos os aumentos.

Todo ano da gestão Haddad houve aumento do IPTU, ao mesmo compasso em que áreas de mananciais bateram recordes de invasões pelo MST.

A taxa de iluminação pública também subiu 121% na gestão do Prefeito. Hoje em dia, o paulistano paga muito mais impostos, preços muito mais altos e recebe serviços piores do que recebia antes de Fernando Haddad assumir.

Já que falei sobre habitação, não poderia deixar de mencionar a o decreto do prefeito que permite a construção de prédios em áreas verdes. Haddad é um predador ambiental.

Ciclovia e velocidade

Este ano, uma ciclista quebrou a mandíbula e o braço depois de sua bicicleta ficar presa em fenda de bueiro na ciclovia da Avenida Pacaembu. A roda da bicicleta entrou em um espaço aberto de um bueiro que tinha sua tampa pintada de vermelho. Vale tudo para alcançar a meta prometida de ciclovias. Inclusive fazer algo que ponha a segurança dos ciclistas em risco.

As críticas ao prefeito não ficam apenas por conta dos ciclistas. O prefeito diminuiu a velocidade de um trecho da Marginal Tietê para 40km/h. Sim, isso mesmo, quarenta!

A conversa fiada da prefeitura que diz que “a redução das velocidades diminuíram os acidentes”, caiu por terra. Uma pesquisa mostrou que o número de acidentes em São Paulo diminuiu 27%, enquanto o resto do Estado também diminuiu os acidentes em 20%. Porém, o Estado de São Paulo não diminuiu velocidades de maneira exponencial como faz o prefeito, muitas cidades sequer reduziram. Mas o prefeito continua achando que ele é o responsável por diminuir os acidentes. Não! Ele é o responsável por aumentar o número de multas como nunca antes na história desta cidade.

Creches

A falta de creches continuou sendo um problema na cidade de São Paulo em 2016. A fila para conseguir uma vaga em creche chegou até 840 dias. O prefeito entregou apenas 34 creches, das 243 prometidas. Essa incompetência fez com que mais de 151.755 crianças ficassem na fila por vaga em alguma creche.

O problema vem se alastrando desde que Haddad foi eleito. O prefeito prefere fazer ciclovias na Avenida Paulista e dar as costas para a periferia da cidade.

Improbidade administrativa e cassação

Promotoria pede que condenação de Fernando Haddad e Jilmar Tatto por improbidade na ciclovia que custou R$ 54 milhões. A ação civil sustenta que cada quilômetro do trecho Ceagesp-Ibirapuera custou R$4,4 milhões. A prefeitura teria quebrado o procedimento de licitação ao contratar a empresa Jofege Pavimentação. O juiz Kenichi Koyama, da 11.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, solicitou que o prefeito Fernando Haddad (PT) apresente uma “manifestação escrita” sobre a ação civil movida contra ele pelo Ministério Público.

A promotoria pede que Haddad e seus auxiliares devolvam o dinheiro, sofram perda de bens e valores que tenham sido acrescidos ilicitamente, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano, perda da função pública, e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos fiscais.

Como se não bastasse, o Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para encaminhar à Justiça Eleitoral de São Paulo informações a respeito da campanha eleitoral do prefeito Fernando Haddad colhidas em delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

Lembram-se do que disse mais acima sobre a relação de Léo Pinheiro, Cunha e Haddad? Um dos motivos pode ser este. Mas o caso está em sigilo.

O prefeito Fernando Haddad continua fazendo de tudo para atrapalhar a vida do paulistano.

A verdadeira face de Eduardo Suplicy

Eduardo Suplicy é formado em economia pela Universidade de Michigan, nos EUA, e em administração pela FGV. O petista também é conhecido por ter ocupado durante, pasmem, 24 anos uma cadeira no Senado Federal. A fala mansa, o jeito calmo, a admiração pelo rap e a defesa dos direitos humanos, tornou a figura de Suplicy um mártir da honestidade para muitas pessoas. Este artigo tem como finalidade desconstruir esse pensamento.

Defendendo terroristas

Eduardo Suplicy, em 2011, leu no plenário do Senado Federal uma carta do terrorista Cesare Battisti e defendeu sua inocência. Para quem não sabe, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália pela autoria de quatro assassinatos na década de 1970 enquanto era membro do grupo Proletários Armados para o Comunismo (PAC).

Cesare Battisti, em 2013, foi morar no Jardins (bairro nobre de São Paulo) em um apartamento de 90m². Suplicy serviu de “fiador moral” ao conversar com a corretora de imóveis que queria informações sobre o inquilino. Ora, quem não bancaria um terrorista, fugitivo em seu “modesto” apartamento no Jardins?

Defendendo mensaleiros

Suplicy, em 2012, leu uma carta ao mensaleiro condenado por unanimidade por corrupção ativa, José Genoíno. O mensaleiro havia lido uma carta esculhambando o Supremo Tribunal Federal que havia o condenado com motivos de sobra. Porém, sua filha, escreveu uma carta exaltando qualidades do pai, o então Senador Eduardo Suplicy resolveu ler esta carta no Senado e, caiu em lágrimas ao defender o mensaleiro. Uma coisa que Suplicy faz com maestria é defender bandido.

O ex-senador também criticou diversas vezes a postura de Joaquim Barbosa no julgamento do mensalão. Suplicy disse que Barbosa deveria respeitar as decisões dos outros ministros, fazendo alusão a crítica de Barbosa a absolvição de alguns réus do crime de formação de quadrilha, ora, o que foi o mensalão senão um grande escândalo liderado por uma quadrilha?

Suplicy também chegou a dizer que Barbosa deveria “pedir desculpas” ao Ministro Ricardo Lewandowski, após Barbosa ter criticado uma interpretação do atual presidente do STF.

Defendendo Black-Blocs

Eduardo Suplicy no auge das manifestações de 2013 resolveu ler uma carta do movimento Black Bloc no Plenário. Segundo o ex-senador, a carta era necessária para “entender o sentimento desses manifestantes” e que eles “buscam justiça e ganharam a simpatia de boa parte da população”. O que há de mais contrário aos direitos humanos do que defender a atuação de um grupo que se esconde por trás de máscaras, agride a polícia e outros cidadãos além de depredar o patrimônio público e privado?

Ao assumir a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania em São Paulo, Suplicy propôs o diálogo com os black blocs. Que tipo de diálogo seria possível com um grupo “anárquico” e vândalo? Essas e outras coisas só existem no mundo imaginário de Eduardo Suplicy.

Defendendo todos os tipos de bandidos e assassinos

Em 2014, o então Senador Eduardo Suplicy, votou contra a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos na Comissão de Constituição e Justiça. Isso já era de se imaginar, não é mesmo?

Pois bem, ainda em 2014, o Senador defendeu uma proposta que, parecia uma piada de mau gosto. Suplicy defendeu, em entrevista a jornalista Maria Lídia, que jovens infratores, mesmo os que cometeram crimes hediondos (!!!) como latrocínio e estupro, cumprissem penas alternativas como “dar aulas de português e alfabetização” ou “trabalhar como enfermeiros em hospitais”.

Como bem disse Reinaldo Azevedo na época:

“O “jovem” que, eventualmente, estourou os miolos de um inocente pode, daí a algum tempo, ensinar análise sintática. Assim: “Eu matei um homem”. Sujeito da frase: “eu”; “matei”: verbo transitivo direto; “um homem”: objeto direto…”

O Senador acredita que se houvesse o seu programa “renda básica de cidadania” esses jovens não cometeriam tais crimes. Comentarei sobre esse projeto neste artigo.

Marketing de bom moço

A pose de “bom velhinho” do Eduardo Suplicy é visto como uma luz no fim do túnel daqueles que não entendem muito de política, ou daqueles que veem em Suplicy a última gota de honestidade no Partido dos Trabalhadores. De fato, Suplicy nunca meteu dinheiro roubado no bolso. Até pelo fato de ter vindo de uma família quatrocentona e ter muito dinheiro (Suplicy é neto de um Conde).

A vida política de Suplicy é marcada pelas suas ações alarmantes, porém, nada efetivas. Tudo para frisar a sua pose de bom velhinho com alto nível de preocupação social e blá, blá, blá.

Lembram quando Suplicy mostrou um cartão vermelho no Senado, pedindo a saída de José Sarney da Presidência do Senado? Pois bem, em meio à discussão também foi acusado por Senadores do PMDB de ter usado passagens aéreas indevidamente para a Europa. Em seu discurso chegou até a dizer que “Para nós do Partido dos Trabalhadores a ética é muito importante”. Seria legal se o Senador de fato defendesse a saída de José Sarney, mas fez isso após as denúncias contra Sarney serem enterradas no Conselho de Ética do Senado, durante o processo, Suplicy não falou nada para criticar o aliado histórico de seu partido. Puro marketing.

Em 2015, após ser apagado do cenário nacional da política, o atual Secretário dos Direitos Humanos de São Paulo pegou um bote, junto com mais 2 funcionários petistas e foi até a Zona Leste “ver as demandas” da população local que havia sido atingida por uma forte chuva que provocou o alagamento do Rio Tietê. O que aconteceu depois disso para evitar outros alagamentos na cidade? Nada! O caso só serviu para Suplicy pousar de bom velhinho novamente.

Esquecido pelo partido

O “guardião da honestidade”, Eduardo Suplicy, que mesmo após diversas denúncias contra seu partido, nunca abandonou o barco, foi abandonado. O feitiço virou contra o feitiço. Lembrou-me da vez em que o Senador foi roubado na Virada Cultural e perdeu 400 reais, um celular de última geração e os documentos.

O Senador é conhecido por defender o programa “renda mínima de cidadania” durante seus mais de 30 anos de vida pública. O “renda mínima”, que segue natimorto desde que foi aprovado em 2004, continuará na gaveta.

Suplicy tenta há mais de 3 anos conversar com a presidente Dilma Rousseff, que não tem nenhuma vontade de conversar com Suplicy e toda sua chatice. O ex-senador já escreveu diversas cartas, pediu ajuda de Lula, Mercadante e de todos seus amigos para se reunir com Dilma. A presidente chegou a desmarcar uma reunião 1h antes com Suplicy. O atual secretário já havia feito postagens de comemoração de que finalmente seria recebido pela presidente. Ficou com lágrimas nos olhos e voltou arrependido pra São Paulo, mas, disse que não vai desistir de conversar com Dilma sobre o “renda mínima”.

Este é o fim de um petista que sempre foi subserviente as vontades do partido. Desde que perdeu a eleição em 2014, foi esquecido. Merecidamente. Eu também não perderia meu tempo para ouvir as baboseiras do ex-senador.

Mas o que seria o “renda mínima”?

Não se pode dizer que Eduardo Suplicy não se dedicou a este projeto. A sua vida pública inteira se dedicou a este único projeto, que em miúdos, significa: Dar a todo cidadão uma renda mínima para que ele sobreviva independente de sua condição financeira.

Imagine só, todo mundo ter seus 200 reais no final do mês garantido pelo governo, e que será pago adivinha por quem? Por todo mundo, também! No Brasil há cerca de 200 milhões de habitantes, se cada habitante ganhasse 200 reais por mês, o gasto seria de, no mínimo, 400 bilhões de reais. Custaria cerca de 10% do PIB para o projeto existir.

A Classe A, que recebe cerca de 14 mil reais mensais e detém 17% de toda a renda do país, seria beneficiada também, o que custaria cerca de 10 bilhões de reais para os mais ricos da sociedade.

Faz sentido? Pagarmos impostos para o governo tentar nos devolver? Só no mundo imaginário de Eduardo Suplicy.

Esse é o legado de Eduardo Suplicy, um projeto que não faz o mínimo sentido prático e econômico, a defesa de assassinos, terroristas, bandidos e dos “companheiros” do partido. Que Suplicy continue caindo no poço do esquecimento.

Qual destes será o futuro prefeito de São Paulo?

PSDB:

Andrea_Matarazzo_(Foto_1)

O vereador e líder do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo é pré-candidato a prefeitura de São Paulo. O pré-candidato tem grandes chances de vencer a disputa interna do partido, uma vez que o mesmo é apoiado por figuras do alto escalão do tucanato, tais como Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aloysio Nunes.

Como vereador em São Paulo, o tucano se absteve –nos dois turnos- de uma das votações mais importantes da Câmara dos Vereadores ano passado: a votação do PL 349/2014 que proibiu aplicativos de carona compartilhada como o Uber.

Andrea já deu suas alfinetadas à proposta de Estado mínimo defendida pelo outro pré-candidato, João Dória. Matarazzo disse que “intervenção mínima você pode ter sei lá, nos Estados Unidos. (…) Isso é uma bobagem.” O vereador agrada as figuras do alto escalão do tucanato social democrata justamente por pensar desta maneira. Porém, essas alfinetadas não agradam em nada a cúpula do partido.

jdoria

O empresário João Dória Jr é o segundo pré-candidato que tem mais chances de vencer as prévias no PSDB. Segundo Mario Covas Neto, vereador e Presidente municipal do PSDB paulista, o candidato escolhido pelo partido será o que tiver apoio do Governador. E isso, João Dória já tem, o empresário é amigo de longa data do Governador Geraldo Alckmin. Resta saber se o Governador se envolverá, de fato, nas prévias do partido.

Dória vem chamando a atenção ultimamente ao declarar que privatizaria o Pacaembu (Andrea Matarazzo é contra), Interlagos e o Anhembi, além de defender o Estado mínimo na cidade. Esse ideário mais liberal não tem apoio dos caciques do partido. João Dória diz que está “gastando a sola do sapato” ao visitar e conhecer todos os diretórios do PSDB em São Paulo.

João Dória tem um histórico de manifestações anti-PT que pode o tornar muito competitivo em uma futura eleição. Em 2007, Dória foi um dos fundadores do “Cansei”, um movimento de opositores ao Governo Lula que já chegou a reunir 5 mil pessoas na Praça da Sé. O empresário também é figura frequente nas manifestações pró-impeachment de 2015.

Recentemente, Dória disse que gostaria de ver o ex-presidente apoiando Haddad na eleição, mas, que isso deveria ocorrer antes dele ser preso. O empresário será acionado juridicamente pelo Instituto Lula por ter chamado o ex-presidente de “cara de pau” e “sem vergonha”.

Ricardo_Tripoli_-_Twitter

Ricardo Tripoli é o terceiro pré-candidato as prévias do PSDB. O deputado federal tem apoio de Bruno Covas e José Anibal. Tripoli foi o deputado federal mais votado do PSDB em 2014 na cidade de São Paulo, além de já ter sido por quatro vezes deputado estadual. Também foi Presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e Secretário estadual do Meio Ambiente no governo Covas.

O deputado federal é conhecido por sua atuação em defesa dos animais. Ricardo Tripoli corre por fora da disputa entre Andrea e Dória que deve ter seu ponto final no dia 28 de fevereiro, quando o partido decidirá quem será o candidato tucano à prefeitura de São Paulo.

PT:

hadd

O candidato do PT a reeleição será o atual prefeito Fernando Haddad. Já escrevi aqui aqui os motivos pelos quais Fernando Haddad foi considerado o pior Prefeito do país. A avaliação pífia do Prefeito na periferia será um prato cheio para a candidata do PMDB, Marta Suplicy, que comentarei mais a frente. No entanto, sabemos do que o PT é capaz para vencer uma eleição. A estratégia petista –como de praxe- será rasteira, uma vez que Haddad não tem muitos artifícios para defender sua gestão pífia, ainda mais estando no partido que afundou o país na maior crise econômica desde a criação do Plano Real. Aparentemente, PR, PDT, PROS e PC do B continuarão a apoiar Fernando Haddad.

PSC:

felicia

O PSC anunciou a pré-candidatura do deputado federal Marco Feliciano á prefeitura de São Paulo. Feliciano aparece nas pesquisas com algo entorno de 3-5% das intenções de voto. Um número representativo e que pode retirar votos dos evangélicos que podem vir a votar em Celso Russomanno do PRB. O deputado já apoiou Dilma Rousseff em sua primeira eleição, mas, com o passar do tempo vem se tornando politicamente conservador para deixar o passado governista do PSC de lado.

PRB:

russo

O PRB lançará o seu líder na Câmara Federal mais uma vez à prefeitura de São Paulo. Celso Russomanno está em seu quinto mandato como deputado federal, em sua última eleição obteve a segunda maior votação da história (1.515.162 votos).

O deputado é líder de um partido da base do governo federal e é contra o Impeachment (por mais que o deputado diga que nunca se posicionou a respeito).

A ficha de Russomanno é bem extensa, já foi acusado de exercício ilegal da advocacia, uma vez que não passou no exame da OAB. Há também acusações de falsidade ideológica quando simulou a mudança de seu domicílio eleitoral para disputar a eleição para prefeito de Santo André em 2000.

O ex-apadrinhado de Paulo Maluf também foi condenado a dois anos de prisão por peculato no ano passado. Mas, como o próprio deputado já disse “Você sabe quem eu sou? Sou Deputado Federal!” e assim, passou por cima da lei. A índole e as diversas acusações contra Celso Russomanno podem ser bem resumidas no voto que o deputado deu para barrar a lei da Ficha Limpa no Congresso Nacional.

PMDB:

Marta

O PMDB terá como candidata a prefeitura de São Paulo, a Senadora Marta Suplicy que já foi prefeita da cidade. Marta Suplicy deixou um grande “rombo” nas contas da Prefeitura, as contas de sua gestão foram aprovadas com ressalvas pelo Tribunal de Contas do Município.

A ex-ministra famosa pela frase “relaxa e goza” em meio a crise dos aeroportos, tem uma aprovação nas periferias de São Paulo. A pré-candidata defende pautas como o aborto e a cota para mulheres na política. É uma forte candidata na disputa eleitoral deste ano.

PTB:

MARLENE-CAMPOS-MACHADO-690x377

O PTB cogitava a possibilidade de lançar Marlene Campos Machado como vice na chapa de Celso Russomanno ou de Marta Suplicy, mas, o partido terá Marlene como candidata. A Presidente Nacional do PTB mulher disputou uma vaga ao Senado e obteve 330.302 votos. Até o momento possibilidades de coligação estão descartadas, segundo o presidente do PTB Paulista, Campos Machado (marido de Marlene).

O PTB é mais um partido que será fisiológico nesta eleição, junto com uma candidata sem ideias e propostas que entra na disputa para poder fazer alianças no segundo turno que beneficiem o partido.

PSD:

rpatah

O PSD do ministro Gilberto Kassab, terá como candidato o Presidente da União Geral dos Trabalhadores e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah. O partido gostaria de ter o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles como candidato a prefeitura. O candidato terá cerca de 3 minutos de televisão. O Brasil 247 disse que o candidato tem “base popular”, pois bem, se o blog petista disse isso, sabemos que é não é bem por aí. A mistura de Kassab, sindicalismo e governismo não deverá nem ser convidado para os debates.

PRTB:

levy

O PRTB, para variar, deve lançar Levy Fidelix como candidato a prefeito de São Paulo. O Presidente do partido já disputou a prefeitura em outras ocasiões: Em 1996 obteve 3.608 votos (0,068% do total), em 2008 obteve 5.518 votos (0,09% do total) e no segundo turno apoiou Marta Suplicy; Em 2012, adotou o “janismo” e teve 19.800 votos (0,32% do total).

Levy Fidelix já se candidatou para todos os cargos (vereador, prefeito, deputado, governador e presidente) e nunca obteve sucesso. O candidato que já defendeu o calote da dívida e a adesão ao keynesianismo na disputa presidencial do ano retrasado, dizia ser o candidato da direita conservadora. Levy é uma metamorfose ambulante, não é um candidato sério e muito menos competitivo. Com a exposição que ele teve na campanha presidencial de 2014, talvez chegue perto do 0,5% dos votos em 2016.

Ademais, o candidato acredita que a chapa de Dilma Rousseff será cassada e ele disputará as novas eleições como candidato a Presidente da República.

PSDC:

jbico

O PSDC, de José Maria Eymael, terá como candidato o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, João Bico. O pré-candidato tentou ser deputado estadual pelo PSD em 2014, mas, saiu do partido por estar aliado com o governo petista. Apesar disso, Bico acredita que graças a Kassab e Afif as coisas não estão piores. Eu acredito que terá menos de 0,1% dos votos.

PHS:

lbenko

Laércio Benko, vereador e presidente estadual do PHS será o candidato do partido a prefeitura de São Paulo. O vereador se candidatou a governador em 2014 e obteve 132.042 votos (0,62% do total). Benko iniciou sua vida política no PV, mas saiu do partido junto com movimento de mudança liderado por Marina Silva. O PHS tem conversas adiantadas para ter o apoio do PMN.

Ah, se você paulistano, não pode comer mais foie gras, agradeça –ou não- ao vereador.

PSOL:

cgiana

O PSOL terá novamente como candidato a prefeitura o deputado estadual Carlos Giannazi. Em 2012, Giannazi obteve cerca de 62.500 votos (1,02% do total). Gianazzi é deputado estadual pela terceira vez seguida, antes havia sido vereador pelo PT.

O candidato psolista é, como todo seu partido, daqueles que acreditam no almoço grátis. Participa das manifestações que pedem transporte público subsidiado –mais ainda- pelo contribuinte. Giannazi também assina embaixo da proposta do prefeito Fernando Haddad de eleição direta para subprefeitos, além da efetivação de um conselho de representantes das subprefeituras.

Gianazzi deveria tentar ser prefeito de seu país imaginário. Nós, que vivemos a vida real, rejeitamos o devaneio do socialismo que o PSOL acredita.

PPS:

ryou

O PPS terá como candidato a prefeitura de São Paulo o vereador Ricardo Young. Já estava esperando que eles anunciassem Soninha Francine mais uma vez, não é mesmo? O PPS resolveu mudar desta vez. Young é aliado de Marina Silva e deve ter o apoio da REDE Sustentabilidade. O partido também deve ter o apoio do PSB.

PV:

Roberto Trípoli - Fernando Haddad divulga o secretariado de seu governo

O PV decidiu lançar a candidatura do deputado estadual Roberto Tripoli à prefeitura de São Paulo. Roberto Tripoli conquistou 232.467 para deputado estadual em 2014. Caso o PSDB resolva optar nas prévias por Ricardo Tripoli, veremos dois irmãos disputando a -prefeitura da cidade. O ex-vereador tucano ingressou no PV em 2011, e foi o vereador mais bem votado em 2012.

Quando era vereador, Tripoli se envolveu em uma polêmica com Marcello Reis do Revoltados Online. O Revoltados protestava contra a doação de um terreno ao Instituto Lula, quando o líder do governo petista saiu da sessão e foi xingar o manifestante. Tripoli também foi uma das principais figuras que trabalharam para aumentar o salário do prefeito Kassab em 25% e de seus secretários em 250% no ano de 2011.

PMB:

denise

Denise Abreu será a candidata do Partido da Mulher Brasileira a prefeitura de São Paulo. Denise era diretora da ANAC e é apontada como uma das responsáveis pelo acidente do voo da TAM que matou 199 pessoas. Denise teria entregado a uma desembargadora paulista, um documento como se fosse uma norma, mas na verdade era um estudo técnico. Foi constatado que não havia necessidade de ter seguido tal estudo.

A pré-candidata, também disputou uma vaga na Câmara Federal em 2014, na época, Denise foi contestada por ter colocado como limite de gasto de campanha a marca de 7 milhões de reais e chegou a ser contestada pelo TRE-SP.

Denise se diz anticomunista, antipetista e direitista. Denise também costuma criticar o MBL por querer disputar as eleições, algo que ela faz há muito mais tempo.

O caso da TAM segue em andamento e pode gerar uma pena de 24 anos de prisão.

OUTROS:

Partidos minúsculos como o PTN, PT do B, PSL, PTC e PRP devem reavivar o “Projeto Vitória”, trata-se de um movimento para promover a união das siglas. Essa união já existiu em outras eleições, mas, sem a presença do PRP. Há a possibilidade destes partidos apoiarem Celso Russomanno.

O PSTU pode vir a apoiar o PSOL, como fez em 2012, ou lançar um maluco próprio, digo, candidato próprio. O mesmo serve para o PCB.

Outro partido de malucos, o PCO, deve ter como candidato Raimundo Sena ou Anaí Caproni. O partido mais desnecessário do país lutará para passar dos 1.300 votos.

O Partido NOVO pretende ter candidato próprio, mas, seguimos sem conhecer nenhum candidato do partido. Vamos aguardar até março para saber.

O Solidariedade, Democratas, PEN e PPL não terão candidatos próprios e estudam estratégias e alianças. Provavelmente apoiarão o candidato tucano.