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O sangue também está nas mãos dos indulgentes com o terror

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Não devemos ceder aos que patrocinam a barbárie

Mais um atentado, com mais mortos, com mais sangue, dor, lágrimas, truculência e ódio. Mais uma vez veremos filtros em redes sociais, pianos, execuções de Imagine. Estúpidos articulistas e cúmplices do terror dirão (de novo), que não é culpa do terror. Outros ainda mais cínicos dirão que o temor não é nos curvarmos diante do medo, mas sim que esses eventos fortaleçam a retórica da direita. Quem duvida pode ler o exemplo do UOL. O roteiro da tragédia de Nice já se repetiu com o 11 de Setembro, com o Charlie Hebdo, com o Metro de Londres, com Barcelona, Turquia, Boko Haram, Bataclan e tantos outros casos. Faz parte da pirotecnia da selvageria.

Veremos a marcha da estupidez, com seus adolescentes crescidos, bovinos e apáticos, esboçando reações infantis ao terror. Veremos ocidentais seculares muito mais preocupados em justificar a inocência do Islã do que os próprios islâmicos. Enquanto nossos ocidentais tentam falar da “religião da Paz”, os muçulmanos de fato olharão a barbárie com uma postura que varia entre o consentimento e indiferença. Seus clérigos não virão à público pregar tolerância, pedir justiça aos mortos ou condenar o uso da violência em nome da religião. Eles são muito coerentes com o que prega o Corão. E é bom lembrar aos incautos que o livro sagrado regulamenta a violência: ela não se justifica em alguns casos. Em outros no entanto, ela é perfeitamente justificável. Ou seja: os ocidentais que se apressam em defender o Islã antes mesmo que os próprios fieis o façam só podem ser classificados como idiotas ou embusteiros.

Também dirão que temos que refletir sobre os motivos que influenciam os terroristas, sobre os contextos históricos. Dirão que temos nossa parcela de culpa, que o Ocidente não pode combater a violência com mais violência. Dirão que não podemos nos precipitar, que o terror deseja provocar a guerra.  Teremos rosas, manifestações emocionadas, hashtags, frases prontas, líderes frouxos tergiversando sobre sua própria omissão, formadores de opinião jogando cortina de fumaça e até a responsabilização da Direita.

Aqui é simples: o primeiro passo que o Ocidente deve tomar é tirar as rédeas da decisões das mãos desses pós-modernos que pretendem interpretar o mundo de acordo com suas próprias conveniências. Não podemos nos perder com futilidades enquanto os nossos são mortos como ovelhas em um matadouro. Essa gente fraca, omissa e desequilibrada deve ser completamente ignorada. Precisam primeiro crescer intelectualmente antes de pautar o debate público. São justamente os idiotas que estimulam os sádicos, os sociopatas e os cúmplices do terror, aqueles que se fazem de idiotas para colaborar com o genocídio. Eles sabem que esses ataques enfraquecem o Ocidente, e veem nisso uma grande oportunidade: todo ataque é respondido com um chamamento à reflexão, à uma mudança de paradigmas, à uma nova postura. E essas mudanças sempre são idênticas ao que conhecemos como socialismo. O jogo é responsabilizar o cristianismo, o capitalismo e a democracia ocidental por atos praticados por islâmicos fundamentalistas, totalitários e anticapitalistas.

Não por acaso, sempre há quem tente desmerecer Samuel Huntington por seu clássico O Choque das Civilizações. Isso porque a verdade coloca em risco os planos da escória. O terror é o espantalho preferido, a fuga supostamente são as ideias ditas progressistas. É o que gente como Hillary Clinton, Justin Trudeau, Barack Obama, Jeremy Corbyn e Mujicas querem nos fazer crer. E são sempre referendados por Huffington Post, VICE, The Indepentent, The Guardian, Le Monde, Buzzfeed, El País, New York Times. Aquele jogo que já conhecemos.

Muito já foi dito sobre o terror, sobre o fundamentalismo, sobre a liberdade ameaçada. Vivemos um choque de civilizações, este é o fato. Só não admite quem é desonesto, quem é cúmplice ou quem já foi lobotomizado pelo politicamente correto. Infelizmente o mundo passa por uma crise de representatividade, com verdadeiros fantoches do fascismo politicamente correto comandando governos e a mídia. Temos no poder gente que culpa todos os homens por um ato isolado de estupro, mas que não conseguem culpar a retórica fundamentalista pela morte de 84 cidadãos. Basta. O Ocidente precisa levantar da lona e enfrentar seus inimigos. Se é verdade que a situação é bastante grave, também é razoável dizer que é mais digno morrer de pé do que viver de joelhos.

 


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Depois de Thatcher, o Reino Unido terá a segunda mulher conservadora como primeira-ministra

A história dá muitas voltas. Depois do Brexit, da renúncia de David Cameron e da saída do popular Boris Johnson da disputa após traição de seu aliado Michael Gove, só restaram dois postulantes ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido e Irlanda do Norte: Theresa May e Andrea Leadsom. As únicas duas mulheres na disputa deixaram para trás uma lista de homens, e cravaram um fato histórico, que a condução de uma mulher à liderança política britânica após o governo de Lady Margaret Thatcher.

A favorita na disputa é Theresa May, que conta com grande prestígio dentro do partido e possui maior experiência política que Andrea. Theresa entrou na vida pública em 1997, eleita para a Câmara dos Comuns representando Maidenhead. Andrea só entrou na vida pública em 2010, ao se eleger representante por South Northamptonshire. Theresa tem em seu currículo a passagem por vários cargos de confiança tanto na oposição quanto no governo, além de ter sido a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Partido Conservador. Atualmente ocupa o cargo de Secretária do Interior. Andrea, atual Ministra de Estado para Energia, tem a seu favor o apoio do ex-prefeito de Londres Boris Johnson. A decisão sai no dia 9 de setembro.

A disputa entre duas mulheres é fato inédito na história britânica, e surgiu justamente em um partido de direita. Enquanto o Partido Trabalhista se desmancha entre grupos que tentam disputar entre si quem é mais socialista, os conservadores logram o êxito de superar as próprias idiossincrasias. David Cameron não estava com a popularidade tão em alta quando se reelegeu, e a expectativa foi de que a ascensão do UKIP dividisse o voto da direita. Bastaram algumas medidas acertadas para que Cameron conseguisse a vitória nas urnas, e um dos fatores que lhe garantiu sucesso foi justamente a promessa de que convocaria um plebiscito sobre a permanência do país na União Europeia. Cameron pessoalmente era contrário à saída, e talvez tenha acreditado que o não venceria. Independente desses fatos, a verdade é que os conservadores conseguiram desnudar as mentiras da esquerda, principalmente no que diz respeito à representatividade. Em tempos em que a ONU faz proselitismo para que mais mulheres ocupem a vida pública, os conservadores britânicos o fazem dentro das regras da democracia e meritocracia. Do outro lado, o que se vê são os mesmos ricos socialistas querendo transformar a ilha em uma nova União Soviética. Mulheres competentes como Andrea Leadson e Theresa May não precisam de conchavos como os de Hillary Clinton ou de esquemas criminosos como o de Dilma Rousseff para chegarem ao poder. Seja quem for a primeira-ministra, ninguém poderá dizer que só foi eleita por conta do seu gênero: o que será decisivo para a escolha será a experiência e articulação política.


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Vai ter pobre viajando de avião! Mas na Argentina…

No Valor Econômico

BUENOS AIRES  –  A companhia aérea irlandesa Ryanair, famosa pelas promoções mais agressivas do setor na Europa, como passagens oferecidas a um euro (R$ 3,80), vai começar a operar na Argentina no ano que vem. Com exceção do Brasil, a empresa de baixo custo estuda entrar em todos os mercados da região. Segundo o presidente da aérea, Declan Ryan, Brasil não atrai por ter muita corrupção. “Iniciamos negociações em todos os países da região menos no Brasil, já que há muita corrupção”, disse Ryan em entrevista ao “La Nación”.

A chegada à Argentina deverá ocorrer através de aquisição. Segundo o jornal, Ryan analisa a Andes Linhas Aéreas, que tem sede em Salta (1500 km ao norte de Buenos Aires) e cinco aviões Boeing com capacidade para 165 passageiros. A operação no país seria sob a marca Viva, que já está no México e na Colômbia.

Ryan esteve na Argentina e se reuniu com o ministro de Transportes, Guillermo Dietrich. Após o encontro, afirmou que a maior dificuldade para a empresa no país são as taxas aeroportuárias. “Há um grupo, Aeroportos Argentinos 2000, que administra 35 dos 38 aeroportos do país. Isso não me parece muito justo. Na Colômbia, por exemplo, há quatro empresas que competem no negócio”, afirmou. O empresário disse ainda que a Argentina tem um grande potencial, pois entre 5% e 7% da população já viajou de avião. Na Espanha, onde cinco companhias aéreas de baixo custo disputam o mercado, esse número chega e 80%, diz.

“Quando começamos na Colômbia, apenas 5% dos habitantes já tinham subido em um avião, hoje, depois de quatro ano, a parcela aumentou para 10%”, acrescentou. Neste ano, a colombiana Avianca também anunciou sua entrada no mercado argentino. A companhia comprou a MacAir, aérea que era da família do presidente Mauricio Macri.

Por enquanto, apenas a Latam e a estatal Aerolíneas Argentinas operam no interior do país.

Que fase. Além de vermos nossos vizinhos se livrando da escória autoritária com muito mais êxito e de maneira menos ruidosa do que o governo interino de Michel Temer nessas primeiras semanas, ainda temos que ler que uma empresa privada que oferece voos de baixo custo não opera por aqui por conta da nossa corrupção. Pelo menos os pobres da argentina terão acesso ao transporte aéreo, e tudo graças ao livre mercado. Como dizem, todo dia um 7×1.

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Graças ao bom Mujica, temos um membro da Al Qaeda à solta no Brasil

Matéria da Veja

O sírio Jihad Ahmad Deyab, que cumpriu pena na prisão americana de Guantánamo por seus vínculos com a organização terrorista Al Qaeda, está vivendo no Brasil. Ele foi um dos seis ex-detentos que o Uruguai aceitou receber em 2014.

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Jihad Ahmad Deyab, ex-prisioneiro de Guantánamo, que está no Brasil(Enrique Marcarian/Reuters)

O governo do Uruguai confirmou a notícia publicada pela imprensa local, afirmando que antes de fugir para o Brasil, Deyab havia tentado atravessar legalmente a fronteira, mas que tinha sido barrado pelas autoridades brasileiras. O paradeiro de Deyab é desconhecido desde 6 de junho.

O ministro do Interior do Uruguai, Eduardo Bonomi, disse que as autoridades do país, em conjunto com a Interpol e a Embaixada dos Estados Unidos em Montevidéu, estão investigando o paradeiro de Deyab.

Deyab, de 45 anos, foi preso no Paquistão e serviu nas fileiras da Al Qaeda, tendo participado de operações na África e atuado como recrutador na Europa. Esse currículo que serviu para que os Estados Unidos não permitissem a sua repatriação. O ex-presidente Jose Mujica comprometeu-se a cuidar dos terroristas. Mas o seu populismo explosivo ajudou um um extremista a ingressar em território brasileiro.

Por incrível que pareça, a notícia passou batido no noticiário brasileiro, tão concentrados que estávamos no apocalipse político em Brasília. Mas deveríamos prestar mais atenção nisso, que é um fato extremamente grave.


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O Brasil terá Olimpíadas esse ano, e nossa segurança já teme a possibilidade de ataques terroristas. Ano passado a Polícia Federal descobriu uma célula do Estado Islâmico em atividade em São Paulo. Pouco depois o grupo usou o Twitter para fazer ameaças ao país. Como se não bastassem tantos problemas, agora temos que lidar com as lambanças de Mujica.

Quando Pepe Mujica decidiu fazer seu proselitismo barato, ele pensou exclusivamente na propaganda que faria de seu governo. Ele que já era o presidente que legalizou a maconha e o aborto, ganharia de vez o coração das esquerdas adolescentes acolhendo “refugiados” em seu país. Deu certo. Que o diga o Huffington Post, que praticamente canonizou Mujica. Folha de São Paulo, Catraca Livre e Buzzfeed foram no mesmo caminho. Se as ideias do ex-guerilheiro eram letais, isso era apenas um detalhe. O que importava é que o velhinho liberou maconha e aborto, e andava em um fusquinha azul.

Ícones da esquerda como o Baader meinhof, Sendero Luminoso, Che Guevara, Hamas, Marighella, Olga Benário, Luiz Carlos Prestes e Hugo Chavez é a violência extrema que segundo eles, é utilizada na “luta contra o imperialismo”. Quando Pepe disse que queria proporcionar um recomeço aos prisioneiros, o que ele quis foi dar guarida a assassinos tão cruéis quanto ele próprio. A acusação de que Guantánamo é um atentado aos direitos humanos não passa de uma farsa de quem odeia esses direitos ainda mais do que as ditaduras militares que passaram pela América Latina. Por trás da pose de bom velhinho, Mujica é um psicopata perigoso, frio e calculista. Tanto os esquerdistas de lá quanto os de cá sabiam que aqueles homens eram perigosos. Obama, um dos maiores inimigos da liberdade em atividade, também sabia do perigo que aqueles indivíduos representavam. Mas ele e Mujica tinham que proporcionar mais chances para que aqueles sujeitos praticassem suas investidas contra a humanidade. E é claro, encobriram seus atos por meio da propaganda e proselitismo barato, patrocinados por pacifistas bovinos e adolescentes crescidos que através da crença nas boas intenções do socialismo, empurram a sociedade inteira para o abatedouro. Agora sabemos que Jihad Ahmad Deyab está em algum lugar do Brasil, longe das autoridades e livre para fazer o que bem entender. O que se vê aqui é o claro desapego socialista à vida humana. Qualquer crime que esse terrorista venha a cometer no Brasil, deve ser creditado aos humanistas Pepe Mujica, assim como seus propagandistas do Catraca Livre, Buzzfeed, Huffington Post e Folha de São Paulo.

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