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Ministro que soltou Cachoeira e Cavendish foi nomeado por Dilma por indicação de Gleisi

Via Jornal Livre

O contraventor Carlinhos Cachoeira, o empreiteiro Fernando Cavendish (dono da Delta), o contraventor Carlinhos Cachoeira e os empresários Adir Assad, Cláudio Abreu e Marcelo Abbud deixaram o presídio Pedrolino Werling de Oliveira (conhecido como Bangu 8), por volta das 4h desta segunda-feira (11). O ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a soltura dos presos na Operação Saqueador, da Polícia Federal.

Segundo informações do jornalista paranaense Esmael Morais, o ministro Néfi Cordeiro (que é do Paraná), foi indicado por Gleisi Hoffmann, senadora por aquele estado. As informações estão registradas no blog do jornalista, em matéria publicada em 12 de fevereiro de 2014. Quem confirmou as informações ao jornalista foi o ex-deputado federal André Vargas. Vargas foi cassado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2014 e preso pela Polícia Federal em 2015 por envolvimento com o doleiro Alberto Yousseff. “Na verdade foi esforço coletivo do PT e do ministro Félix Fischer, presidente do STJ, e da Gleisi. Todos nós trabalhamos pela indicação do desembargador Néfi Cordeiro”, disse o petista. A matéria pode ser lidaaqui.

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A notícia é considerada legítima até por conta do posicionamento do jornalista Esmael Morais, que faz parte da rede de jornalistas e blogueiros apoiadores do Partido dos Trabalhadores. A notícia causa ainda mais constrangimento ao Partido dos Trabalhadores em um momento onde a legenda é acusada de interferir nas decisões da Justiça. Para a senadora Gleisi Hoffmann em especial, afeta ainda mais sua posição, uma vez que a senadora é acusada de ter se beneficiado do esquema de corrupção na Petrobras. Recentemente o marido da senadora foi preso pela Polícia Federal na Operação Custo Brasil, e solto sete dias depois após decisão do ministro Dias Toffoli.

Só há um erro aqui: não há constrangimento algum. Petistas e linhas auxiliares são incapazes de se constranger com o que quer que seja. Só para lembrar, Dilma Rousseff já havia nomeado Marcelo Navarro para o mesmo STJ para livrar Marcelo Odebrecht da prisão, impedindo assim que o presidente da maior empreiteira do país aceitasse fazer delação premiada. O PT corroeu a justiça brasileira da mesma maneira pobre com que infestou outros setores da sociedade. Não se pode afirmar que Néfi Cordeiro tenha se beneficiado da corrupção, ou que esteja agindo de maneira premeditada para beneficiar quem quer que seja. Seria leviano afirmar isso sem provas. O que temos são ações nebulosas e interpretações exóticas da lei que por acaso beneficiam criminosos do colarinho branco. E por acaso o mesmo ministro foi indicado por uma senadora acusada de corrupção, que serviu a um governo golpista e cujo marido só não está preso por conta de uma chicana do ministro Dias Toffoli.

Em nenhuma democracia se aceitaria esse tipo de relações. A justiça não pode servir a interesses partidários de nenhuma orientação ideológica. Essa relação admitida até por petistas prova que aquelas sabatinas conduzidas pelo Senado Federal se tratam de meras representações teatrais, já que os senadores simplesmente acatam qualquer decisão do executivo. Graças a esses senhores temos Ricardo Lewandoski, Dias Toffoli e Edson Facchin. Lewandoswki foi indicado pela família Demarchi, do restaurante homônimo que servia frango com polenta aos petistas em São Bernardo. Toffoli foi advogado do PT e sequer possuía currículo ou produção acadêmica que justificasse a indicação. Sequer tinha uma pós-graduação. E Edson Facchin, o radical progressista que advogava pelo MST. O senado agiu como se sua obrigação fosse confirmar as decisões da presidência da República. Para completar, há o corporativismo de não contrariar os colegas que endossam essas indicações. Melhorem senhores. O papel de vocês nas comissões não é decorativo.

E é claro, fica o registro do excepcional trabalho prestado pelo ex-jornalista Esmael Morais. Graças ao proselitismo e relações perigosas desse ilustre membro dos blogueiros sujos, temos o registro das mãos sujas de Gleisi e Dilma Rousseff na indicação do nebuloso Néfi Cordeiro.


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Vanessa Grazziotin e Gleisi Hoffmann protagonizam a baixaria do dia

Como não poderia deixar de ser, a chamada bancada da chupeta deu show na Comissão do Impeachment no Senado. Menção desonrosa às senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Gleisi Hoffmann (PT-PR). A comissão ouvia Selene Péres Nunes, servidora da Secretaria do Tesouro Nacional há 22 anos. Selene é economista e contadora, professora de finanças públicas e autora de vários livros na área. Ainda assim, a bancada da chupeta (hoje com o reforço da vergonhosa Katia Abreu), resolveu ensinar o Pai Nosso ao vigário. Pior do que isso foi a dupla loura. Vanessa Grazziotin chamou Selene de leviana e Gleisi Hoffmann perguntou se a assistente pericial havia sido paga por Miguel Reale ou PSDB para fazer suas análises. Gleisi também lembrou que Selene fez uma palestra sobre responsabilidade em encontro do PSDB.

Muito tranquila, Selene negou ser paga por quem quer que seja. Reafirmou o caráter cívico de sua missão, e lembrou que em 1999 também esteve no estado do Mato Grosso do Sul em evento realizado pelo governador Zeca do PT. Isso é particularmente vexatório porque Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo foram secretários no governo de Zeca do PT.

Essas duas senhoras não tem vergonha, honra ou civilidade. Estão ali à serviço do crime, advogando pela barbárie e pela impunidade. É bom refletir sobre a palavra leviana, mencionada ali por Vanessa Grazziotin. Está lá no Léxico:

Significado de Leviano

adj.
1. Diz-se da pessoa que apresenta uma conduta irresponsável; que age sem pensar; que é insensato ou imprudente;
2. Diz-se da pessoa que é precipitada, impaciente, abrupta ou impulsiva; que tece julgamentos de modo leve, sem ponderar ou refletir;
3. Diz-se do indivíduo inconstante ou inconsistente; volátil, aéreo, instável ou volúvel; que muda de ideias ou sentimentos com facilidade; que não é sério;
4. Que denota ou manifesta leviandade; que assinala leviandade;

É interessante como essas palavras descrevem com espantosa exatidão a bancada da chupeta, em especial as senadoras Vanessa Grazziotin e Gleisi Hoffmann. São instáveis, histéricas, irresponsáveis, impacientes, volúveis. E tudo isso porque estão advogando por uma causa perdida, acuadas pela justiça e pelas ruas. É normal que se comportem de forma tão baixa. Selene e Janaina agem de maneira oposta. E sabem porquê? Porque não são acusadas de corrupção, e nem tem maridos enrolados com a justiça.


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Diferente de Toffoli, Janaina não se curva. Gleisi que o diga

Gleisi Hoffmann teve um certo alívio hoje, já que Dias Toffoli determinou a soltura de seu marido Paulo Bernardo. A corte acovardada costuma tratar criminosos com leniência. Quem não tem esse costume é Janaina Paschoal. Mais cedo Gleisi mandou Janaina se calar. A resposta foi cirúrgica e civilizada. Continuar lendo Diferente de Toffoli, Janaina não se curva. Gleisi que o diga