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Existe uma versão de Luciana Genro para cada ocasião

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Jean Wyllys fazendo oposição à esquerda em restaurante de luxo com Humberto Costa

Não comentamos ontem o vídeo em que Jean Wyllys e Humberto são alvos de um escracho no Uruguai. Os parlamentares fazem parte do Parlasul, o parlamento do Mercosul. O que não esperavam encontrar por ali era um brasileiro indignado.

A expressão de Jean Wyllys é impagável. Ele não foi capaz de demonstrar nem a metade da valentia que exibe dentro da Câmara dos Deputados, onde está protegido da imunidade parlamentar para cuspir, caluniar, mentir e agredir. Ficou apavorado diante da presença de um cidadão amestrado, que nem de longe seria tão manipulável e servil quanto a minoria de ratos amestrados que compõe a pequena elite da esquerda progressista. Os olhos ficarão tão saltados quanto os de Cláudia Cruz, a esposa de Eduardo Cunha e beneficiária maior de seus apliques. As pupilas dilatadas era de quem não sabia como explicar seu momento idílico com um senador petista em um restaurante caro. Ficou claro para todos como é que Jean Wyllys faz “oposição à esquerda”

Humberto Costa então foi impagável. Citado no Petrolão, defensor de um governo corrupto e de viés autoritário que se desmancha de maneira irrecuperável. Humberto Costa não tem muitas possibilidades em sua carreira política que não incluam o ostracismo e o banco dos réus. Daí só restou a ele pedir o nome do cidadão para ingressar com processo na justiça; Puro desespero, já que sequer estavam em território brasileiro. Aliás, eles estavam na terra do escracho. De uma maneira ou de outra, só restava aos dois inimigos do povo o gosto amargo da ojeriza nacional que ambos cultivaram com tanto zelo ao longo de suas trajetórias.


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Ironia: PSOL vai responder por descumprir cota mínima feminina em propaganda

Notícia do portal Extra

O PSOL pode até levantar a bandeira em defesa do “universo feminino”, mas esqueceu de expressar isso em sua propaganda partidária.

A Procuradoria Regional Eleitoral denunciou à Justiça o partido por descumprimento da cota feminina nas suas inserções em rádio e TV (pela lei, as mulheres deveriam ocupar 20% dos programas).

No material analisado pela PRE/RJ, houve mensagens de defesa dos direitos humanos, ética na política e problemas sociais, além da aparição de cinco filiadas ao partido. Mas o procurador regional eleitoral Sidney Madruga considera que não houve menção explícita de incentivo ao ingresso de mulheres na política, como exige a legislação.

No primeiro semestre de 2016, o PSOL teve direito a 20 minutos de inserção gratuita. Se condenado, o partido terá cassado o equivalente a cinco vezes o tempo de difusão da propaganda irregular em rádio e televisão, que foi de quatro minutos, totalizando 20 minutos de perda de seu tempo no ar.

O PSOL já é o sétimo partido este ano a ser processado por descumprimentos desta natureza. Antes, já haviam sido processados o PSB, o PMDB, o PPS, o PTC, o PEN e o PRB.

O pessoal é o partido do proselitismo rasteiro, da institucionalização da estupidez, a versão do petismo para DCE. Um partido que se diz ético mas que usou dinheiro roubado por Janira Rocha dos trabalhadores do SINDSPREVI par financiar as campanhas de Jean Wyllys e Chico Alencar. É o partido que se diz independente mas se comporta como cão de guarda do petismo. É o partido que diz defender a representatividade mas que não cumpre as leis que ajudou a criar. A lei pode até ser antidemocrática, mas o mínimo que se espera de um partido que faz tanto alarde com bandeiras feministas é que cumprisse a determinação criada por seus parlamentares. Também é bom observar que a bancada do partido não tem nenhum negro, apesar de todo a propaganda. O PSOL é o partido da hipocrisia.

Aliás, como toda a esquerda.


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O PSOL é só a versão do petismo para DCE

O PSOL levou ao ar sua nova inserção publicitária para a televisão. Em um cenário ambientado em uma sala de aula, uma massa heterogênea encara a câmera com olhar blasé. São mulheres, homens, jovens e Luiza Erundina. Gente de todas as etnias. Gente de estética duvidosa de todas as etnias, diga-se de passagem. Ao final, frases que parecem ter sido tiradas de um diário de adolescente. O vídeo termina com Luiza Erundina em frente a uma lousa, onde se lê: “Fora Temer”. A lousa é cercada por cartazes que tentam emular trabalhos escolares, onde se também se leem palavras de ordem. A tentativa de emular os trabalhos escolares ficam só na intenção, não pelo conteúdo, já que nas décadas de doutrinação ideológica no Brasil não é surreal imaginar aquele tipo de conteúdo em trabalhos escolares. O que estraga é a forma. Tudo tão malfeito que foge até ao padrão das escolas públicas tupiniquins.

O programa do PSOL é sincero, de uma franqueza que chega a ser singela. Ali se vê com toda a realidade como pensa o partido. Fica claro que a junção de socialismo e liberdade, conceitos antagônicos no mundo real, só fazem sentido para feministas histéricas, marxistas senis e adolescentes idiotas. O desprezo aos conceitos tradicionais de estética, decoro e higiene pessoal também estão expressos na massa amorfa que parece precisar de banho. Um adolescente em específico chama a atenção: apesar do riso, ele parece pedir socorro. Deve ter percebido que era só mais um palhaço naquele picadeiro.

O Partido da utópica combinação de socialismo e liberdade é o partido de Luiza Erundina, que antes da eleição de Fernando Haddad foi por anos considerada a pior prefeita da história de São Paulo. É o partido de Luciano Genro, a bolivariana que abraça Maduro e faz saudações a Che Guevara, mas que em programas de TV diz que essas ideias não são defendidas pelo PSOL. PSOL também é o partido de Jean Wyllys, o deputado cuspidor que se elegeu com dinheiro desviado do caixa do SINDSPREVI-RJ pela deputada estadual Janira Rocha. Aliás, Janira Rocha deu fuga para os implicados no assassinato do cinegrafista da BAND Santiago Andrade em 2013. Para ela, eram presos políticos. O PSOL é o partido que atua na Câmara como cão de guarda do petismo. E não há nada de novo nisso.

O PSOL é exatamente isso: uma ode a feiura, ao crime, ao erro, ao estelionato. Trata-se das mesmas velhas ideias marxistas em uma versão de DCE. Por trás da aparência que sugere certo retardo, há a defesa de regimes totalitários e ditadores carniceiros. Talvez por isso o partido só faça sucesso nas mentes fracas dos que ainda não chegaram a maturidade mental. Mas isso não muda a periculosidade de suas pretensões totalitárias. Considerando que essa gente é sociopata, todo o cuidado é pouco. Eles já provaram do que são capazes em 2013, quando espalharam o caos pelas capitais brasileiras. A truculência e sordidez tiraram a vida do cinegrafista as BAND Santiago Andrade. Por mais que eles tentem se vender como versão teen do petismo, não deixam de ser menos perigosos que a organização que tramou contra a vida de Celso Daniel. Se defendem com tanta veemência os planos criminosos de poder do Partido dos Trabalhadores, é porque sinalizam que um dia irão deixar de ser apenas a doença infantil do petismo. Ouvir de Luiza Erundina que todos eles tem o mesmo sonho é preocupante: devem ser todos ditadores em potencial. Cuidado com eles.


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Waldir Maranhão e a farsa do PT com Cunha

Hoje o presidente interino da Câmara Waldir Maranhão colocou em prática outra manobra para salvar o mandato de Eduardo Cunha, como lemos no jornal O Tempo:

Em mais uma manobra para tentar barrar a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou nesta terça-feira (31) ofício que pode mudar as regras dos processos de quebra de decoro e, por consequência, salvar o mandato do peemedebista.

Nesta terça, o deputado Marcos Rogério entregou ao Conselho de Ética da Câmara o relatório e o seu voto sugerindo a cassação do peemedebista.

O documento assinado por Maranhão é uma consulta à Comissão de Constituição e Justiça, a principal da Casa, que dá a ela a oportunidade de definir novas regras para a votação dos processos de cassação no plenário.

MANOBRAS

A atitude de Maranhão soma-se a uma série de manobras patrocinadas por ele e aliados de Cunha, que foi afastado do cargo e do mandato pelo Supremo Tribunal Federal justamente sob o argumento de usar seu poder para tentar barrar as investigações da Lava Jato e de seu processo de cassação na Câmara.

Entre outras, destacam-se as seguintes:
1 – A representação contra Cunha deu entrada na Câmara em 13 de outubro de 2015. Já é o processo mais longo da história da Casa
2 – Comandada por Cunha, a Mesa da Câmara levou 14 dias, prazo máximo possível, para realizar a mera tarefa burocrática de numerar a representação e a enviar ao Conselho de Ética
3 – O primeiro relator do caso, Fausto Pinato (PP-SP), foi afastado por decisão de Waldir Maranhão, em resposta a recurso de aliados de Cunha, sob o argumento de que ele fez parte do mesmo bloco partidário de Cunha, o que o impediria de relatar o caso

4 – A primeira votação que decidiu dar continuidade à investigação, em dezembro, também foi anulada por Maranhão, sob o argumento de que foi negado irregularmente pedido de vista do relatório
5 – Devido à ação protelatória de aliados, essa votação -que é inicial, apenas decide se há ou não elementos mínimos para a investigação- só conseguiu ser refeita no início de março, quase cinco meses depois da apresentação da denúncia
6 – Em 9 de março, a Folha de S.Paulo revelou que a tentativa de enterrar o processo de Cunha envolveu a falsificação da assinatura do deputado Vinícius Gurgel (PR-AP), que posteriormente renunciou à sua vaga no colegiado
7 – Na votação do relatório inicial, excluiu-se, por pressão de seus aliados, a acusação de que Cunha recebeu propina do petrolão
8 – No final de março, Cunha tentou aprovar mudança de regras para aumentar a vaga de aliados no Conselho de Ética. A divulgação da manobra e a reação contrária o fizeram recuar
9 – Desde março, partidos aliados a Cunha promoveram troca de deputados no Conselho, mudanças importantes já que o prosseguimento da investigação contra Cunha se deu por apenas 1 voto (11 a 10). Entre outras mudanças, saiu o deputado Fausto Pinato (PP-SP), que era do PRB e votou contra Cunha, e entrou a deputada Tia Eron (PRB-BA), que segundo aliados do peemedebista deve votar a seu favor
10 – Em mais uma decisão favorável a Cunha, Waldir Maranhão proibiu o Conselho de retomar a acusação de recebimento de propina, sob pena de nulidade do processo

 

Ninguém tem dúvidas de que Cunha usa o regimento para manobrar o Conselho de Ética e evitar sua cassação. Também não há dúvidas de que Waldir Maranhão é um esbirro do presidente afastado, um verdadeiro pau mandado. A questão que se coloca aqui é outra: porque os heroicos paladinos da justiça não se manifestam contra as investidas de Cunha contra a Justiça?

Vamos explicar melhor: esse Waldir Maranhão que é aliado de Cunha e seu fantoche, também é o mesmo que mudou sua decisão sobre o voto no processo de impeachment após uma visita ao quarto de Lula no hotel Royal Tulip. Todos devem se lembrar que Lula estava fazendo as vezes de cafetão em Brasília, recebendo políticos dispostos a se prostituirem por cargos e dinheiro. Também é o mesmo que resolveu suspender o processo de impeachment “em defesa da democracia”, após passar uma noite em companhia do então Advogado Geral da União José Eduardo Cardozo e do governador comunista do Maranhão Flávio Dino. No episódio que ficou conhecido como “O Golpe dos Asnos”, Maranhão aceitou anular a sessão da votação do impeachment após receber três garrafas de Velho Barreiro de Cardozo e a promessa de um cargo no secretariado de Flávio Dino do governo maranhense (provavelmente a Ciência e Tecnologia). Depois daquele episódio, Waldir Maranhão virou herói da esquerda com direito a hashtag #SomosTodosMaranhão. A partir disso, ele passou a se cercar de gente como Jandira Feghali, Silvio Costa, José Guimarães (o dos dólares na cueca do assessor), Chico Alencar, Jean Wyllys, Orlando Silva e outras excrecências. Maranhão virou o bastião da escória da Câmara, que segundo declarações de Sílvio Costa, estão dispostos a tudo para mantê-lo na liderança da Câmara. Se hoje o deputado trapalhão proporcionou mais uma manobra para Eduardo Cunha, isso deve ser colocado na conta da esquerda dilmista. Quando Dilma Rousseff e outros representantes da organização criminosa acusarem a direita, o governo e os movimentos populares de “aliados de Cunha”, saibam que estão nos acusando do que eles mesmos fazem. É o que já virou chavão por aqui: o batedor de carteiras que grita pega ladrão.


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