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Sobre nossas costas, carregamos uma burocracia judiciária que se acha acima da lei

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Lewandowski passa vergonha em restaurante em São Paulo

O ministro presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski  estava em um restaurante em São Paulo quando uma senhora o abordou, dizendo “Parabéns”. O presunçoso magistrado estendeu a mão à mulher, acreditando estar diante de uma admiradora. Foi quando a mulher o “agradeceu” por sua participação no julgamento do Mensalão e por ter aumentado o próprio salário. A mulher se referiu ao reajuste de 41,7% dos salários do Judiciário e de 12% do Ministério Público, aprovado pelo Senado mês passado. O impacto da medida é estimado em 25 bilhões de reais, e contraria as necessidades de contenção dos gastos públicos.

Como levar esse ministro a sério? Será que ele pensou mesmo que algum brasileiro decente irá parabenizá-lo pela maneira escandalosa com que o presidente do STF conduz sua vida pública? É sério que Lewandowski se acha digno de receber elogios? Um sujeito que rasga a Constituição ao tentar constranger o juiz Sérgio Moro ao mesmo tempo em que persegue ativistas por causa de um simples boneco? Francamente, Lewandowski deveria reconsiderar sua régua moral. Ele é um dos que constrangem o judiciário e o povo brasileiro, que transformam nossa justiça em chicana institucionalizada. Se o ministro quiser ser reconhecido por seu trabalho, não deve esperar cumprimentos e tapas nas costas de gente honesta. Ele deve ir até os sindicatos pelegos e diretórios partidários apoiadores do plano criminoso de poder. Temos certeza de que Lewandowski seria calorosamente aplaudido pelos que reverenciam Lula, Delúbio, Zé Dirceu, Dilma e outros seres andrajosos. É claro, para isso o ministro terá que sujar (ainda mais) a sua toga de esgoto.

Só não se sabe ainda se o ministro pretende pedir investigação contra essa senhora. Nos sonhos autoritários do ministro bolivariano, autoridades não podem ser cobradas por seu péssimo trabalho. E muito menos serem satirizadas com bonecos infláveis.


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O que Lewandowski pretende ao constranger Moro?

No Valor Econômico

BRASÍLIA  –  O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pediu nesta quinta-feira informações ao juiz federal Sergio Moro antes de decidir sobre pedido para suspender as investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estão na primeira instância. No despacho, o ministro concedeu prazo de 48 horas para que Moro apresente manifestação ao STF.

O presidente do Supremo também pediu informações à Justiça Federal do Rio de Janeiro sobre a decretação das prisões de investigados na Operação Saqueador, entre eles, o empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e Fernando Cavendish, ex-dono da construtora Delta.

As defesas alegam que os investigados estavam cumprindo ilegalmente regime fechado devido à falta de tornozeleiras eletrônicas. “Tendo em vista notícia veiculada na imprensa de que a decisão que concedeu a prisão domiciliar ao reclamante teria sido anulada pelo Tribunal Regional da 2ª Região, requisitem-se prévias informações ”, decidiu o ministro.

Não fica claro o que Ricardo Lewandoski pretende com isso. O ministro presidente do STF tem um longo histórico de favorecimento e chicanas, sempre com o sentido de favorecer o Partido dos Trabalhadores. Até por isso, tem se tornado cada vez mais impopular. A julgar por esses movimentos, fica claro que que ele pretende constranger o juiz Moro e decidir pela impunidade ao favorecer Lula. Se este senhor tiver um pouco de juízo, não fará isso.

 Se não quiser incendiar o país, Lewandoski deve deixar de lado suas notórias inclinações partidárias, e deixar que a Justiça siga seu curso. Inclusive, é esse partidarismo quase pornográfico que fez Lewandowski ser satirizado com o boneco Petraloswki. Querer livrar Lula das mãos de Moro nada mais é do que obstruir a justiça de dentro da instituição que deveria zelar pelo direito. Teori Zavascki acirrou os ânimos no começo do ano quando tentou proteger o partidão, e acabou atraindo a ira santa das ruas. Até então nunca houve tamanha mobilização popular contra um membro do STF. Melhor deixar as coisas seguirem o curso natural, ministro. Interferir agora será o mesmo abraçar um vespeiro.

 


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Censura: STF quer investigar bonecos que satirizam Lewandoski e Janot

A Presidência do Supremo Tribunal Federal pediu investigação sobre os bonecos infláveis que circularam em protestos do dia 19 ironizando Ricardo Lewandowski e Rodrigo Janot. Em seu despacho, o secretário da segurança do STF Murilo Maia Herz escreve:

“Solicito sejam tomadas, em caráter de urgência, as medidas pertinentes para que os responsáveis por tais atos sejam chamados à responsabilidade, pedindo que se envidem todos os esforços da Corporação no sentido de interromper a nefasta campanha difamatória contra o chefe do Poder Judiciário, de maneira a que esses constrangimentos não de maneira a que esses constrangimentos não mais se repitam”

Sim, aquela corte acovardada quer investigar alguns bonecos utilizados para satirizar homens públicos do judiciário por conta de atitudes nebulosas por eles tomadas. Estão torrando dinheiro público apenas para coagir e constranger seus críticos. E isso tem nome senhores, é censura.

Ninguém está imune a críticas. Nem mesmo esta corte acovardada, cujos atos estranhos sempre vão ao encontro dos interesses do Partido dos Trabalhadores. Se os senhores Ricardo Lewandoski e o procurador geral Rodrigo Janot querem respeito, devem fazer por merecer o reconhecimento público. E isso começa com o respeito à democracia e a liberdade de expressão, que não são direitos exclusivos dos petistas que agridem ministros como Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes. Afinal de contas senhores, o que envergonha a corte acovardada não são bonecos feitos por populares. O que causa constrangimento são ações como a dos senhores, que tem tempo para julgar uma irrelevância dessas enquanto acumulam em suas mesas os processos de políticos petistas e aliados envolvidos no Petrolão. O juiz Sérgio Moro já proferiu mais de cem sentenças enquanto os senhores tergiversam. Também causa constrangimento saber que essa corte acovardada é rápida para processar Jair Bolsonaro ao mesmo tempo em que é lenta com o petismo. Mais vergonhoso ainda é se voltar com tamanha censura contra o cidadão, ao passo que esses senhores são tão lenientes com o partido do plano criminoso de poder.

Tomem vergonha senhores.

 


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ESCÂNDALO: Toffoli e deputado petista reunem-se antes da soltura de Paulo Bernardo

Espalhou-se nas redes sociais na noite de ontem (30) uma série de 3 fotos feitas num restaurante em Brasília. Nelas, é possível identificar o ministro do STF, José Roberto Dias Toffoli, na companhia do deputado federal e ex-presidente do PT, Arlindo Chinaglia.

O caso de “amizade” deles é antigo. Além de ser sido advogado pessoal do deputado, Toffoli e Chinaglia aparecem juntos em imbróglio judicial da justiça do Pará, conforme apontou matéria da revista Época em 2009.

Desta vez, o encontro dias antes da soltura do ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleise Hoffman, levanta suspeita (ou certezas?) de interferência no STF.

Veja as fotos:


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A Surra que o governo levou no STF

Ontem o Supremo Tribunal Federal julgou a Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pelo Partido Comunista do Brasil e um mandato de segurança solicitado pelo Advogado Geral da União José Eduardo Cardozo. O resultado não poderia ter sido mais desastroso: o governo perdeu todas, e perdeu por muito.

O que houve na noite de ontem entrará para os anais da história como um dos episódios mais constrangedores da política nacional. De um lado a Advocacia Geral da União se enlameava ao pedir um mandato de segurança com motivos fracos que já haviam sido desacreditados na Comissão Especial do Impeachment. Do outro lado era o PCdoB, o satélite governista que conseguiu a proeza de solicitar uma mudança no rito estabelecido pelo próprio STF. E no meio à Corte acovardada que se viu diante de um paradoxo: teve que começar a legislar justamente por ter servido ao governo ano passado, quando extinguiram a Chapa Avulsa eleita pelos deputados para agradar o petismo é que daqui em diante até a disposição de copos e canetas na Câmara poderão ser objeto de ações no Judiciário.

Menção desonrosa deve ser feita ao ministro Marco Aurélio Mello, o mais ardoroso dos petistas. Ele inventou coisas como o exótico “empate por proximidade” (O Sul Connection escreveu à respeito). Por fim se resignou ao papel patético de voto vencido. Ricardo Lewandoski foi outro: em determinado momento declarou que ele e seus pares tinham o direito de legislar pois também eram representantes do povo, ainda que não houvessem sido eleitos. É um caso grave de petulância e malandragem. Se ele quer tanto legislar, deve se candidatar a um cargo eletivo para ocupar a Câmara ou o Senado. É mais honroso do que fazer chicana.
Menção honrosa deve ser feita ao ministro Gilmar Mendes, que fez as melhores colocações da noite. Segundo ele, independente das mudanças feitas na ordem de votação no plenário da Câmara, o resultado será o mesmo. E acrescentou com uma perola: “Quando o jogador é ruim, até as pernas atrapalham”.

Pois é. PT e linhas auxiliares não entenderam ou não aceitam os fatos. Mudar a ordem dos votos não altera o teor do posicionamento dos parlamentares. A ordem dos fatores não altera o produto. O que se prova é que estão desesperados, já cientes da derrota vindoura. Ameaçam a todos, dizem que vão apelar ao Supremo e que não irão aceitar o resultado. Como dissemos ontem, eles só aceitam o jogo quando estão na frente no placar. O caso é submetê-los ao crivo da lei caso desrespeitem a decisão do Congresso. Como odeiam a democracia, logo odeiam todos os dispositivos legais. É disso que se trata. Mas que fique claro: não passarão.


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O PT só aceita o jogo quando está ganhando

O governo petista vive momentos de desespero. Decidiram acionar a Advocacia Geral da União para obter um mandado de segurança contra o processo do impeachment no Supremo Tribunal Federal. Ao justificar sua ação, o truculento José Eduardo Cardozo replicou os mesmos argumentos medíocres que tentou vender na Comissão Especial do Impeachment. Cardozo quer ainda a anulação do relatório do deputado Jovair Arantes, que recomenda o impeachment da presidente. Resolveram questionar um rito que foi estabelecido pelo próprio STF a pedido do PCdoB, o satélite do lulopetismo.

Do outro lado, o satélite comunista resolveu questionar a ordem de votação estabelecida por Eduardo Cunha, como se essa ordem fosse relevante a essa altura dos campeonatos. Depois da debandada dos aliados, do PP fechar questão sobre o impeachment e da oposição já ter obtido os votos necessários para sepultar o governo no plenário, tanto faz a ordem da votação. Podem começar pelo Norte, seguir ordem alfabética ou mesmo intercalar as regiões, a derrota de Dilma já é certa. Resistir é inútil.

O problema aqui é que eles não aceitam a lei e a democracia. Querem ganhar no grito, recorrendo à apliques e golpes judiciários. O presidente Eduardo Cunha tem a disposição do cargo exatamente os mesmo poderes atribuídos aos petistas Marco Maia e Arlindo Chinaglia. Não há motivo para choro, a decisão cabe a Cunha e pronto, gostem dele ou não. O regimento é maior que Cunha e que o PT, e essas regras não devem ser mudadas ao sabor das conveniências partidárias. A menos que o STF acovardado resolva decretar Estado de exceção. Sabemos que no que depende de Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandoski, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, a hipótese é verdadeira.

Em tese, não há nada que o STF possa fazer para mudar as regras do jogo sem cair em contradição com decisões anteriores. A julgar pelas reações contrárias a decisão de Teori Zavascki quando este resolveu dar colher de chá para Lula, é possível que os petistas de toga não queiram enfrentar a ira santa das ruas, que aguardam com tanta ansiedade a deposição de Dilma. Como o próprio mestre daqueles lacaios afirmou, eles não tem coragem.

No fundo, o que resta é a declaração explicita por parte do petismo de que não sabem lidar com a democracia, e que só sabem jogar quando estão ganhando. Se comportam como aqueles garotos mimados que começam a reclamar quando perdem nas brincadeiras, correndo em prantos para a mãe para que esta interfira no jogo à seu favor. Coisa de fascista. Ocorre que gente assim não costuma ter muitos amigos, e só mantem seus círculos sociais quando tem dinheiro. Do contrário, caem logo no ostracismo. É o que vai acontecer com o PT.


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